quinta-feira, 21 de abril de 2016
História do comunismo soviético
A VERDADEIRA HISTÓRIA DO COMUNISMO SOVIÉTICO...OS COMUNISTAS DO BRASIL NEGAM O HOLODOMOR... Há cerca de 22 anos, no dia 26/12/1991, desfez-se o regime mais tirânico e homicida da história: o regime comunista soviético. Após tímidas medidas de abertura, iniciadas por Mikhail Gorbachev, o sistema não aguentou mais todas as suas contradições internas e, impulsionado por uma enorme insatisfação popular, pelo caos, pela fome e pelo total empobrecimento do seu povo, o inevitável resultado final foi o colapso seguido pela desintegração. Essa desintegração do comunismo soviético não representou apenas um passo incalculável rumo à liberdade, pois libertou da opressão e da tirania milhões de pessoas, como também teve uma importância fundamental no campo da teoria econômica: o colapso da URSS demonstrou de maneira cabal a validade da teoria de Ludwig von Mises, exposta ainda em 1920, a respeito da impossibilidade do socialismo... Porém, quem não conhece a história está condenado a repeti-la...
Infelizmente, apenas teorias não são o suficiente para convencer as pessoas sobre o quão perverso e diabólico é o comunismo, e o quão imoral é defendê-lo; muitas vezes são necessários relatos e imagens para ilustrar o quão abominável e execrável é esse regime...
Especialmente agora que vivemos uma época em que intelectuais, professores universitários, assim como os meios de comunicação, incentivam com profunda intensidade ideias abertamente socialistas, nunca é demais ressuscitar e relembrar todas as "proezas" do marxismo na URSS, pois elas ilustram claramente tudo o que inevitavelmente acontece a uma sociedade quando o socialismo é imposto...
Como explicou George Reisman:
"Mesmo que um governo genuinamente socialista fosse eleito democraticamente, o seu primeiro ato de governo ao implantar o socialismo teria de ser um ato de enorme violência, ou seja, a expropriação à força dos meios de produção." (DIGA-SE MST)
A eleição democrática de um governo socialista não alteraria o fato de que o confisco de propriedade contra a vontade dos proprietários é um ato de força. Uma expropriação à força da propriedade baseada no voto democrático é tão pacífica quanto um linchamento decidido por votação.
Trata-se de uma violação primordial dos direitos individuais. A única maneira do socialismo ser realmente implantado por meios pacíficos seria se os proprietários VOLUNTARIAMENTE DOASSEM A SUA PROPRIEDADE AO ESTADO SOCIALISTA. Mas, pensemos nisso. Se o socialismo tivesse de esperar que os donos de propriedade doassem voluntariamente a sua propriedade ao estado, este teria certamente de esperar para sempre. Logo, se o socialismo TEM de ser implementado, então ele só pode existir por meio da força — e força aplicada a uma escala massiva, contra toda a propriedade privada.
O socialismo só pode necessariamente começar com um enorme ato de confisco. Aqueles que desejam seriamente roubar a propriedade alheia devem estar preparados para matar aqueles que pretendem oferecer resistência... Estão observando a semelhança com o movimento do MST, que é patrocinado pelo governo do PT, para invadir as terras produtivas dos que trabalharam uma vida inteira para tê-las???
Este é provavelmente o melhor (e mais chocante) documentário sobre a história da União Soviética (The Soviet Story), com legendas em português. Veja-o e entenda porque é que é absolutamente imoral ter sequer a mínima simpatia por esse regime... E compartilhe o vídeo em seu perfil... O BRASIL AGRADECE...
Especialmente agora que vivemos uma época em que intelectuais, professores universitários, assim como os meios de comunicação, incentivam com profunda intensidade ideias abertamente socialistas, nunca é demais ressuscitar e relembrar todas as "proezas" do marxismo na URSS, pois elas ilustram claramente tudo o que inevitavelmente acontece a uma sociedade quando o socialismo é imposto...
Como explicou George Reisman:
"Mesmo que um governo genuinamente socialista fosse eleito democraticamente, o seu primeiro ato de governo ao implantar o socialismo teria de ser um ato de enorme violência, ou seja, a expropriação à força dos meios de produção." (DIGA-SE MST)
A eleição democrática de um governo socialista não alteraria o fato de que o confisco de propriedade contra a vontade dos proprietários é um ato de força. Uma expropriação à força da propriedade baseada no voto democrático é tão pacífica quanto um linchamento decidido por votação.
Trata-se de uma violação primordial dos direitos individuais. A única maneira do socialismo ser realmente implantado por meios pacíficos seria se os proprietários VOLUNTARIAMENTE DOASSEM A SUA PROPRIEDADE AO ESTADO SOCIALISTA. Mas, pensemos nisso. Se o socialismo tivesse de esperar que os donos de propriedade doassem voluntariamente a sua propriedade ao estado, este teria certamente de esperar para sempre. Logo, se o socialismo TEM de ser implementado, então ele só pode existir por meio da força — e força aplicada a uma escala massiva, contra toda a propriedade privada.
O socialismo só pode necessariamente começar com um enorme ato de confisco. Aqueles que desejam seriamente roubar a propriedade alheia devem estar preparados para matar aqueles que pretendem oferecer resistência... Estão observando a semelhança com o movimento do MST, que é patrocinado pelo governo do PT, para invadir as terras produtivas dos que trabalharam uma vida inteira para tê-las???
Este é provavelmente o melhor (e mais chocante) documentário sobre a história da União Soviética (The Soviet Story), com legendas em português. Veja-o e entenda porque é que é absolutamente imoral ter sequer a mínima simpatia por esse regime... E compartilhe o vídeo em seu perfil... O BRASIL AGRADECE...
Maiores assasinos da história
Os 10 maiores assassinos da História da Humanidade
O Professor Rudolph Joseph Rummel, fez varias pesquisas e estudos que possibilitaram esse ranking de Genocidas, que segundo o professor denominado de DEMOCÍDIO, que seria quando o genocídio é feito por um governo, ou sistema politico.
Então vamos a eles, os maiores democídas, genocidas ou assassinos, conforme a palavra que mais lhe agrada:
1. Mao Tsé-tung: 77.000.000
2. Joseph Stalin: 43.000.000
3. Adolf Hitler: 21.000.000
4. Kublai Khan: 19.000.000
5. Imperatriz Cixi: 12.000.000
6. Leopoldo II: 10.000.000
7. Chiang Kai-shek: 10.000.000
8. Genghis Khan: 4.000.000
9. Hideki Tojo: 4.000.000
10. Pol Pot: 2.000.000
terça-feira, 19 de abril de 2016
Libertarianismo e migração
Open Borders and Culture: a Reading List
In response to a query, and to simplify this task in the future, I offer the following links to posts I have written on the topic of borders and culture.
A deep-dive into the history and roots of left-libertarian thinking, through the writing of a prominent advocate of this view, Kevin Carson.
domingo, 17 de abril de 2016
sábado, 16 de abril de 2016
Por que socialismo sempre fracassa
“All cooperative schemes which provide equal remuneration to the skilled and industrious and the ignorant and idle must work their own downfall, for by this unjust plan, they must of necessity eliminate the valuable members and retain only the improvident, unskilled, and vicious.”
Robert Dale Owen (filho do reformador social Robert Owen)
Robert Dale Owen (filho do reformador social Robert Owen)
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Inovação
“I think it is only because capitalism has proved so enormously more efficient than alternative methods that is has survived at all,” Milton Friedman told economist Randall E. Parker for Parker’s 2002 book, Reflections on the Great Depression.
Innovation, unlike efficiency, entails discovering novel means to achieve a given end, or discovering an entirely new end.
But I think innovation, not efficiency, is capitalism’s greatest strength. I’m not saying that the free market can’t be both efficient and innovative, but it does offer people a strong incentive to abandon the pursuit of efficiency in favor of innovation.
Mais
Innovation, unlike efficiency, entails discovering novel means to achieve a given end, or discovering an entirely new end.
But I think innovation, not efficiency, is capitalism’s greatest strength. I’m not saying that the free market can’t be both efficient and innovative, but it does offer people a strong incentive to abandon the pursuit of efficiency in favor of innovation.
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quarta-feira, 13 de abril de 2016
Obama's guerra contra a prosperidade
NOT SINCE the New Deal’s heyday in the 1930s has Washington waged such an unrelenting assault against the private sector. Both times the result has been the same: a severely underperforming economy.
The Obama Administration has let it be known that the White House and the regulatory agencies will be issuing a blizzard of new rules and decrees in the waning months of his miserable regime. These will affect overtime, unionization, the environment and finance, among other areas, thereby hobbling enterprise even more.
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The Obama Administration has let it be known that the White House and the regulatory agencies will be issuing a blizzard of new rules and decrees in the waning months of his miserable regime. These will affect overtime, unionization, the environment and finance, among other areas, thereby hobbling enterprise even more.
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Economia, democracia e a nova ordem mundial
The west historically have been dominating the global economy. With the rise of China and Asia, how…
youtube.com
terça-feira, 12 de abril de 2016
Medo
"[N]either a man nor a crowd nor a nation can be trusted to act humanely or to think sanely under the influence of a great fear."
-- Bertrand Russell
-- Bertrand Russell
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Grampa de Hitler
The Only Known Recording of Hitler’s Normal Speaking Voice, As He talks to Finnish General Mannerheim
domingo, 10 de abril de 2016
sábado, 9 de abril de 2016
Mitologia da constituição americana
by Sheldon Richman (Author), Jeffrey A. Tucker (Foreword)
This book challenges the assumption that the Constitution was a landmark in the struggle for liberty. Instead, Sheldon Richman argues, it was the product of a counter-revolution, a setback for the radicalism represented by America’s break with the British empire. Drawing on careful, credible historical scholarship and contemporary political analysis, Richman suggests that this counter-revolution was the work of conservatives who sought a nation of “power, consequence, and grandeur.”America’s Counter-Revolution makes a persuasive case that the Constitution was a victory not for liberty but for the agendas and interests of a militaristic, aristocratic, privilege-seeking ruling class.Mais
sexta-feira, 8 de abril de 2016
O outro lado da história brasileira
A pedido da Trip, a antropóloga Lilia Schwarcz e a historiadora Heloisa Starling,autoras do recém-lançado “Brasil: uma biografia“, fazem uma lista dos episódios mais vergonhosos da história nacional.
1. Genocídio da população indígena
Até os dias de hoje há controvérsia sobre a antiguidade dos povos do Novo Mundo. As estimativas mais tradicionais mencionam 12 mil anos, mas pesquisas recentes arriscam projetar de 30 mil a 35 mil anos. Sabe-se pouco dessa história indígena, e dos inúmeros povos que desapareceram em resultado do que agora chamamos eufemisticamente de “encontro” de sociedades. Um verdadeiro morticínio teve início naquele momento: uma população estimada na casa dos milhões em 1500 foi sendo reduzida aos poucos a cerca de 800 mil, que é a quantidade de índios que habitam o Brasil atualmente.
2. Sistema escravocrata
O Brasil recebeu 40% do total de africanos que compulsoriamente deixaram seu continente para trabalhar nas colônias agrícolas do continente americano, sob regime de escravidão, num total de cerca de 3,8 milhões imigrantes. Fomos o último país a abolir a escravidão mercantil no Ocidente (só o fazendo em 1888, e depois de muita pressão) e o resultado desse uso contínuo, por quatro séculos, e extensivo por todo o território foi a naturalização do sistema. Escravos eram abertamente leiloados, alugados, penhorados, segurados, torturados e assassinados.
3. Guerra do Paraguai
O Império brasileiro errou em cheio. Avaliou-se que a contenda internacional opondo, de um lado, Brasil, Uruguai e Argentina, e, de outro, o Paraguai seria breve e indolor. No entanto, a guerra – na época chamada de “açougue do Paraguai” ou de “tríplice infâmia” – durou cinco longos e doloridos anos: de 1865 a 1870. A consequência para o lado paraguaio não foi apenas a deposição de seu dirigente máximo, mas a destruição do próprio Estado nacional. Os números de mortes sofridos pelo país são até hoje controversos e oscilam entre 800 mil e 1,3 milhão habitantes. Quanto às estatísticas brasileiras, a relação de homens enviados varia de 100 a 140 mil.
4. Canudos
Em 1897, a República abriu guerra contra Canudos: uma comunidade sertaneja originada de um movimento sóciorreligioso liderado por Antônio Conselheiro. Canudos incomodou o governo da República e os grandes proprietários de terras, pois era uma nova maneira de viver no sertão. Em 1897, o arraial foi invadido por tropas militares, queimado a querosene e demolido com dinamite. A população foi dizimada. Em “Os Sertões”, publicado em 1902, Euclides da Cunha escreve: “Canudos não se rendeu. Caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, e todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente 5 mil soldados”.
5. Polícia política do Governo Vargas
Em 1933, Getúlio Vargas criou a Delegacia Especial de Segurança Política e Social (Desp). Para comandá-la, Vargas entronizou o capitão do Exército, Filinto Müller. Na condição de chefe de polícia, Müller não vacilou em mandar matar, torturar ou deixar apodrecer nos calabouços do Desp os suspeitos e adversários declarados do regime sem necessidade de comprovar prática efetiva de crime. Pró-nazista, sua delegacia manteve um intercâmbio, reconhecido pelo governo brasileiro, com a Gestapo – a polícia secreta de Hitler – que incluía troca de informações, técnicas e métodos de interrogatório.
6. Centros clandestinos de violação de direitos humanos
A ditadura militar instalou, a partir de 1970, centros clandestinos que serviram para executar os procedimentos de desaparecimento de corpos de opositores mortos sob a guarda do Estado – como a retirada de digitais e de arcadas dentárias, o esquartejamento e a queima de corpos em fogueiras de pneus. No Brasil governado pelos militares, a prática da tortura política e dos desaparecimentos forçados não foi fruto das ações incidentais de personalidades desequilibradas, e nessa constatação reside o escândalo e a dor.
7. Massacre do Carandiru
Mais conhecida como Carandiru, a Casa de Detenção de São Paulo abrigava mais de 7 mil detentos, em 1992 – a capacidade oficial era de 3.500 pessoas. No dia 2 de outubro, uma briga entre facções rivais de presidiários terminou num massacre: a tropa policial entrou no presídio utilizando armamento pesado e munição letal. 111 presos foram mortos e 110 feridos. O cenário era de horror. Passados 21 anos, somente em 2014, 73 policiais foram condenados – todos podem recorrer em liberdade.
Publicação original de Revista Trip.
No Awebic damos destaque para coisas importantes, por isso aqui está um pouco do passado brasileiro. É através do passado que aprendemos com nossos erros para sermos uma sociedade melhor.
quinta-feira, 7 de abril de 2016
Janaina Paschoal e Iron Maiden
Heavy Janaina
Video Oficial Adicione no Facebook: https://www.facebook.com/iannsouzamartinsCurta no facebook: https://www.facebook.com/iannsouza
https://www.youtube.com/watch?v=Ky6_Lg4qZMU&feature=player_embedded
Badiou
Filosofia enganhada
A philosophy journal that focuses on the teachings of philosopher Alain Badiou has apparently fallen victim to yet another Sokal hoax, and has retracted…
RETRACTIONWATCH.COM
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Micro agressão
"Campus activists and others might refer to slights of one’s ethnicity or other cultural characteristics as “microaggressions,” and they might use various forums to publicize them. Here we examine this phenomenon by drawing from Donald Black’s theories of conflict and from cross-cultural studies of conflict and morality. We argue that this behavior resembles other conflict tactics in which the aggrieved actively seek the support of third parties as well as those that focus on oppression. We identify the social conditions associated with each feature, and we discuss how the rise of these conditions has led to large-scale moral change such as the emergence of a victimhood culture that is distinct from the honor cultures and dignity cultures of the past."
Campus activists and others might refer to slights of one’s ethnicity or other cultural characteristics as “microaggressions,” and they might use various forums to publicize them. Here we examine this phenomenon by drawing from Donald…
BOOKSANDJOURNALS.BRILLONLINE.COM|POR BRADLEY CAMPBELL|JASON MANNING
Micro agressão
"I just read the most extraordinary paper by two sociologists — Bradley Campbell and Jason Manning — explaining why concerns about microaggressions have erupted on many American college campuses in just the past few years. In brief: We’re beginning a second transition of moral cultures. The first major transition happened in the 18th and 19th centuries when most Western societies moved away from cultures of honor (where people must earn honor and must therefore avenge insults...
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I just read the most extraordinary paper by two sociologists — Bradley Campbell and Jason Manning — explaining why concerns about microaggressions have erupted on many American college campuses in just the past few years. In brief: We’re beginning a second transition of moral cultures. The first maj…
RIGHTEOUSMIND.COM
terça-feira, 5 de abril de 2016
Estudantes pela Liberdade - EPL
Estudantes pela Liberdade e suas perguntas intrigantes: minhas respostas - Paulo Roberto de Almeida
Estive neste último fim de semana em Manaus, onde, no sábado, 2/04/2016, participei de um encontro organizado pela seção local dos Estudantes pela Liberdade.
Aqui uma postagem do Marcelo Berger do encontro: https://www.facebook.com/bergerlm/posts/10205614342107101
Ademais da companhia extremamente agradável dos organizadores -- com meus agradecimentos especiais ao Carlos Renner Cardoso, coordenador regional do EPL e presidente do Conselho Diretor do Clube Ajuricaba -- e do ambiente especialmente acolhedor que tivemos na UFAM, juntamente com outros participantes, entre eles (que pude assistir), os professores Luiz Marcelo Berger e Manoel Gustavo Neubarth Trindade, ambos do RS, mantivemos um bom debate sobre os temas do momento: direito e economia, e no meu caso a atual situação do Brasil, e o que temos pela frente (sic, se ouso dizer).
Pois bem, ademais das perguntas que pudemos responder, ao final do encontro, recebi uma série de questões por escrito (eu havia solicitado esse procedimento, como geralmente faço quando participo de eventos desse tipo), que pude agora responder, e que já encaminhei aos "perguntadores".
Como considero, entretanto, que tanto perguntas como respostas possam interessar um número maior de participantes ao encontro, assim como outros eventuais curiosos espalhados pelo país, permito-me colocar aqui o que mandei aos alunos questionadores.
Tive muita alegria com esse tipo de evento, inclusive porque, como disse no início de minha palestra, um encontro como esse seria virtualmente impensável em outras épocas, por razões que não são difíceis de perceber.
A juventude atual desperta para o liberalismo, o que é algo ainda raro, mas extremamente auspicioso para o Brasil de amanhã.
Sem mais, as perguntas e minhas respostas.
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 5 de abril de 2016.
- See more at: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/04/estudantes-pela-liberdade-e-suas.html#sthash.wZHro8H5.zZXQeK9I.dpuf
Aqui uma postagem do Marcelo Berger do encontro: https://www.facebook.com/bergerlm/posts/10205614342107101
Ademais da companhia extremamente agradável dos organizadores -- com meus agradecimentos especiais ao Carlos Renner Cardoso, coordenador regional do EPL e presidente do Conselho Diretor do Clube Ajuricaba -- e do ambiente especialmente acolhedor que tivemos na UFAM, juntamente com outros participantes, entre eles (que pude assistir), os professores Luiz Marcelo Berger e Manoel Gustavo Neubarth Trindade, ambos do RS, mantivemos um bom debate sobre os temas do momento: direito e economia, e no meu caso a atual situação do Brasil, e o que temos pela frente (sic, se ouso dizer).
Pois bem, ademais das perguntas que pudemos responder, ao final do encontro, recebi uma série de questões por escrito (eu havia solicitado esse procedimento, como geralmente faço quando participo de eventos desse tipo), que pude agora responder, e que já encaminhei aos "perguntadores".
Como considero, entretanto, que tanto perguntas como respostas possam interessar um número maior de participantes ao encontro, assim como outros eventuais curiosos espalhados pelo país, permito-me colocar aqui o que mandei aos alunos questionadores.
Tive muita alegria com esse tipo de evento, inclusive porque, como disse no início de minha palestra, um encontro como esse seria virtualmente impensável em outras épocas, por razões que não são difíceis de perceber.
A juventude atual desperta para o liberalismo, o que é algo ainda raro, mas extremamente auspicioso para o Brasil de amanhã.
Sem mais, as perguntas e minhas respostas.
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 5 de abril de 2016.
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