O niilismo veiculado pelo pós-modernismo vai testando os limites do seu próprio vazio. O seu propósito não é o de melhorar a condição humana, é negá-la. Para isso procura projectar o ressentimento sobre as estruturas / hierarquias sociais próprias da vida em sociedade, caracterizando-as como veículos de "opressão" relativamente aos quais os "oprimidos" se devem rebelar.
A posição anti-natalista, uma consequência (pato)lógica do niilismo, é fundamentalmente anti-humana, assentando no princípio que viver é sofrer e que essa certeza de sofrimento é razão suficiente para não fazer sofrer mais ninguém, isto é, se abster de pôr crianças neste mundo. O objectivo é o de "secar" o propósito de viver e eliminar a responsabilidade de cada um em fazer o seu melhor na sua esfera.
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A posição anti-natalista, uma consequência (pato)lógica do niilismo, é fundamentalmente anti-humana, assentando no princípio que viver é sofrer e que essa certeza de sofrimento é razão suficiente para não fazer sofrer mais ninguém, isto é, se abster de pôr crianças neste mundo. O objectivo é o de "secar" o propósito de viver e eliminar a responsabilidade de cada um em fazer o seu melhor na sua esfera.
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