por
R.J.
Rummel, domingo, 28 de abril de 2013
Com a
queda da União Soviética e dos governos comunistas do Leste Europeu, muitas
pessoas passaram a crer que o marxismo, a religião do comunismo, está morto.
Ledo engano. O marxismo está vivo e vigoroso ainda em muitos países, como
Coréia do Norte, Cuba, Vietnã, Laos, em vários países africanos e,
principalmente, na mente de muitos líderes políticos da América do Sul.
No entanto, de extrema importância para o futuro da humanidade é o fato de
que o comunismo ainda segue poluindo o pensamento e as ideias de uma vasta
multidão de acadêmicos e intelectuais do Ocidente.
De todas as religiões, seculares ou não, o marxismo é de longe a mais sangrenta — muito mais sangrenta do que a Inquisição Católica, do que as várias cruzadas e do que a Guerra dos Trinta Anos entre católicos e protestantes. Na prática, o marxismo foi sinônimo de terrorismo sanguinário, de expurgos seguidos de morte, de campos de prisioneiros e de trabalhos forçados, de deportações, de inanição dantesca, de execuções extrajudiciais, de julgamentos "teatrais", e de genocídio e assassinatos em massa.
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De todas as religiões, seculares ou não, o marxismo é de longe a mais sangrenta — muito mais sangrenta do que a Inquisição Católica, do que as várias cruzadas e do que a Guerra dos Trinta Anos entre católicos e protestantes. Na prática, o marxismo foi sinônimo de terrorismo sanguinário, de expurgos seguidos de morte, de campos de prisioneiros e de trabalhos forçados, de deportações, de inanição dantesca, de execuções extrajudiciais, de julgamentos "teatrais", e de genocídio e assassinatos em massa.
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